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Linha da Criança

800 20 66 56 (chamada gratuita)                                          Logótipo da Linha da Criança

Dias úteis, das 9:30h às 17:30h

(Existe gravador de mensagens fora deste horário)

 

 

 

Para que serve?

A Linha da Criança é uma linha telefónica gratuita especialmente vocacionada para os problemas de crianças e jovens que se encontrem em situações de risco ou perigo, como sejam os casos de maus tratos, negligência, carências familiares (económicas mas não só), abandono e outras dificuldades escolares. Questões sobre regulação das responsabilidades parentais e regime de visitas são igualmente respondidas através deste meio.

 

Como funciona?

Os colaboradores do Provedor de Justiça que fazem o atendimento da Linha da Criança prestam um atendimento personalizado e, com informalidade e rapidez, disponibilizam os esclarecimentos pretendidos, podendo, se o caso o justificar, encaminhar a situação para as entidades competentes (por exemplo, para a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens) e contactar com as instituições pertinentes (como os estabelecimentos de ensino se, em concreto, estiverem em causa problemas escolares).

 

Para ilustrar o funcionamento da Linha da Criança vejam-se estes dois casos:

 

Caso 1

Um familiar de uma criança com 6 anos contactou a Linha da Criança para relatar que a menor vivia com a mãe e o seu companheiro, o qual era toxicodependente. Este era muito agressivo e, por isso, a criança desejava morar com outro elemento da família, mas a sua progenitora não denunciava a situação por receio de represálias. A Linha da Criança sinalizou o caso junto do competente serviço da Segurança Social e falou com a mãe da criança. Mãe e filha foram, depois, para uma casa abrigo.

 

Caso 2

A mãe de uma criança com 7 anos comunicou à Linha da Criança que uma docente de ensino especial gritava com os seus alunos, tendo inclusive chegando a agredir o filho da queixosa. A Linha da Criança contactou a diretora do Agrupamento escolar, alertando-a para a situação. Algum tempo após, a mãe do menor relatou que o estabelecimento escolar passou a estar mais atento e abriu um processo interno de averiguações.

 

Última atualização a 2017-11-24
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